Como ficará a inadimplência de seus clientes em 2022?


O controle da pandemia e a reabertura do comércio, que há algum tempo felizmente, não estão mais refém do “abre e fecha” adotado como medida para refrear a contaminação pelo coronavírus traz, como consequência, a sensação, por parte dos empresários, de que o pior cenário econômico já passou, e que os casos de inadimplência irão diminuir.


É importante entender que, ainda que a pandemia tenha causado muita instabilidade financeira aos comerciantes e empresários, ela também trouxe a tona o Auxílio-Emergencial, além de negociações mais favoráveis ao cliente junto aos bancos, taxas de crédito mais atrativas, entre outras medidas que, de uma forma ou de outra, permitiram que os clientes tivessem acesso a mais fontes capazes de completar sua renda e, portanto, acabaram auxiliando os clientes a conseguirem arcar com suas dívidas.

Contudo, essa não é mais a realidade em 2022.


Atualmente, o Auxílio-Emergencial foi cessado, as taxas dos bancos praticamente retornaram à situação anterior à pandemia, o Auxílio-Brasil está sendo destinado a um número muito mais seleto de brasileiros, não tendo abrangido grande parte dos beneficiários do Auxílio-Emergencial. Isto significa que as contas que foram feitas durante a pandemia, estão começando a chegar.

De uma forma geral, conforme Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do consumidor, foi apurado que em dezembro de 2019, no cenário pré-pandêmico, a taxa de inadimplentes ficou em 24,5%. No ano seguinte, em dezembro de 2020, durante a pandemia do coronavírus, esta taxa subiu para 25,2%.


Em dezembro de 2021, a taxa de inadimplentes chegou a 26,2% da população. Isso significa que mais de 63 milhões de brasileiros encontravam-se, ao final de 2021, inadimplentes.


Estes dados indicam que, com o passar do tempo, os brasileiros tem assumido mais dívidas e, consequentemente, não têm conseguido arcar com as dívidas assumidas, deixando de pagá-las e tornando-se inadimplentes.


Desta forma, é provável que sua empresa sofra as consequências deste aumento da taxa de inadimplência, e acabe tendo mais clientes inadimplentes ainda que a perspectiva seja de melhora do cenário comercial, o que se espera com o controle da pandemia.


Ainda que a taxa de inadimplemento siga ascendente, algumas medidas simples podem ser tomadas dentro da empresa para minimizar os danos decorrentes deste cenário. Tais condutas servem como uma blindagem contra a inadimplência, auxiliando para a redução dessas taxas dentro da empresa.


Para saber mais sobre como blindar sua empresa, entre em contato conosco.



FONTE: Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), divulgada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).



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